quarta-feira, 27 de julho de 2011

ESTÁ SE ACHANDO? ANTÔNIO FAGUNDES FALA SOBRE SUA PREDILEÇÃO POR MULHERES MAIS JOVENS



Do UOL, no Rio

Em entrevista à revista “Quem” que chega às bancas nesta quarta (27), o ator Antonio Fagundes, o Raul de “Insensato Coração”, fala sobre o que lhe atrai numa mulher. O ator de 62 anos declara que valoriza o humor e a inteligência em seus relacionamentos, mas destaca que a beleza é fundamental. “Qual é a primeira aproximação que você tem com uma pessoa? Dificilmente é porque ela lê os mesmos livros que você. É visual mesmo – olha que bonita, olha que charmosa. A pessoa pode ter a idade que for. Mas, realmente, é mais fácil ser bonita quando se é mais novinha”, afirma.

O ator acredita que a predileção por mulheres mais jovens é questão biológica. “A preservação da espécie é isso: a mulher pronta para fecundar muito nova e o homem pronto para ser o provedor. E quando o homem vira bom provedor? Mais velho”, declara.

Fagundes afirma ainda que é fã de jogos como Resident Evil e Star Wars, mas não tem e-mail nem perfil em redes sociais. “Essa aparente comunicação que a tecnologia traz é falsa”, afirma ele, contando que prefere procurar informações nos cerca de dez mil livros que possui em casa a acessar o Google.

"EU VOTEI EM SERRA", DIZ MINISTRO DE DILMA



Fábio Brandt
Do UOL Notícias
Em Brasília

O ministro da Defesa, Nelson Jobim (PMDB), disse nesta terça-feira (26) ter votado em José Serra (PSDB) na eleição de 2010. Segundo ele, a então candidata Dilma Rousseff (PT) sabia de sua preferência pelo tucano. Depois de se eleger e de convidá-lo para o ministério, a petista não teria mais tocado no assunto.

O ministro participou da estreia do programa “Poder e Política – Entrevista” conduzido pelo jornalista Fernando Rodrigues no estúdio do Grupo Folha em Brasília. O projeto é uma parceria do UOL e da Folha de S.Paulo.

Além de revelar o voto em Serra, Jobim disse que o tucano teria tomado as mesmas atitudes de Dilma se tivesse vencido a eleição e fosse confrontado com escândalos como os que derrubaram os ministros Antonio Palocci (Casa Civil) e Alfredo Nascimento (Transportes).

Na entrevista, Jobim respondeu a perguntas sobre vários temas. Falou, por exemplo, sobre sigilo eterno de dados públicos, documentos da ditadura militar que foram destruídos, relação de dissidentes do PMDB com o governo Dilma e a perda de poder do Ministério da Defesa sobre a Aviação Civil.

terça-feira, 26 de julho de 2011

MULHER QUE ENCONTRA UMA CAMISINHA EM EXTRATO DE TOMATE RECEBE INDENIZAÇÃO DOIS ANOS E MEIO DEPOIS

Lucas Azevedo
Especial para o UOL Notícias
Em Porto Alegre

Atualizado em: 26/07/2011 - 17h45

Após o preparo de um almoço em dezembro de 2008, uma vendedora da cidade gaúcha de Lajeado (114 km de Porto Alegre) teve uma infeliz surpresa. Ao transferir o conteúdo de uma lata de extrato de tomate para outro recipiente, deparou com um preservativo masculino no fundo da embalagem.

Imediatamente, a mulher, que pediu para não ter seu nome divulgado, entrou em contato com a Unilever Brasil, fabricante do produto. As primeiras conversas não deram o resultado esperado por ela.
Dois anos e meio depois, em 29 de junho deste ano, a Justiça determinou que a empresa pague à consumidora R$ 10 mil de indenização por danos morais.

“Vi mofo dentro da lata. Logo em seguida, notei a borracha. Achei que fosse uma dedeira industrial. Então vi que não era e comecei a vomitar. A camisinha estava enrolada e parecia não ter sido usada”, disse a mulher.

Segundo ela, no primeiro contato que teve com a empresa logo após a descoberta do preservativo, foi mal atendida por telefone. “Eu falei o que tinha encontrado. Então a empresa disse que era para eu enviar o recipiente para a fábrica que iam trocar a lata. Foi quando eu afirmei que queria o meu dinheiro de volta. Então a atendente respondeu: ‘Se é dinheiro que a senhora quer da gente, a senhora não vai ter’”, afirmou a consumidora.

A Unilever, no entanto, retornou a ligação e ofereceu auxílio médico à família. Além da comerciante, seu marido e três filhos ingeriram o extrato de tomate da lata. Isso fez com que molho vermelho fosse visto por eles com muita cautela, desde então.

“Demorei uns três meses para contatar um advogado, pois eu estava constrangida. Mas um dia, quando meu filho lembrou do caso na mesa e minha filha saiu vomitando, criei coragem e procurei um representante.”
A 9ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS) condenou a Unilever a pagar a indenização por danos morais. O processo foi julgado pelo juiz João Gilberto Marroni Vitola, da 2ª Vara Cível da Comarca de Lajeado.        
A empresa alegou que todo o processo de produção e embalagem do produto é automatizado, não havendo contato humano. Entretanto, o Juiz descreveu em sua sentença que a Unilever não negou a existência de profissionais que acompanham o processo e que poderiam intervir em razão de algum descontrole no trabalho programado. A empresa recorreu da decisão.

Durante o julgamento da apelação, a desembargadora Marilene Bonzanini, da 9ª Câmara Cível do TJRS, confirmou a sentença anterior. “O sentimento de insegurança, repugnância e o nojo experimentados pela autora da ação certamente geraram os danos morais alegados, o que se conclui pelo mero conhecimento da cultura de nosso povo – não se acredita que qualquer pessoa não se sinta repugnada ao encontrar um preservativo em produto alimentício utilizado no preparo de refeição para a família”, descreveu em sua decisão.

A Unilever tem 15 dias para recorrer da decisão após sua divulgação, que ocorreu nesta segunda-feira (25).
Através de sua assessoria de imprensa, a Unilever declarou que seus produtos estão totalmente de acordo com as normas sanitárias vigentes e seguem rigorosos processos de qualidade no processo de fabricação. A empresa ressaltou ainda que a marca Elefante não faz mais parte do seu portfólio e que o caso ainda está em análise pelos órgãos competentes.

MULHER DO DIRETOR MARCOS PAULO DIZ QUE JORNALISTA QUE CRITICOU O FILME DO MARIDO TEM "CARA DE CEARENSE"



 Do UOL, no Rio

A atriz Antonia Fontenelle, mulher de Marcos Paulo, diretor do longa “Assalto ao Banco Central”, usou o Twitter para mostrar sua irritação em relação à critica feita pelo jornalista mineiro Pablo Villaça, do portal Cinema em Cena. “Gente, quem é Pablo Vilaça? Essa pessoa se intitula critico de cinema, tem cara de cearense, percebi que ele quer 5 minutos de fama. Pablo Vilaça, nem me dei o trabalho de ver se o seu portal é do Ceará, mas se for, obrigada porque lá estamos bombando, logo se vê que você não tem credibilidade nenhuma, só falou besteira na sua critica. Você não é critico, você é desorientado. Internet é mesmo terra de ninguém”, escreveu.

Após dizer que o jornalista tinha cara de cearense, Antonia tentou consertar sua declaração. “Antes que me interpretem mal, porque o povo adora ir por esse lado, um dos personagens que amo no filme é o Caetano (Fabio Lago). Ele faz um cearense engraçadíssimo, perfeito, o cinema vai abaixo com ele”, postou.

Também através do Twitter, Pablo Villaça respondeu às críticas de Antonia, que faz uma participação no filme como Regina, namorada de Telma, personagem vivida por Giulia Gam. “Não sei o que acho mais divertido: o fato de @ladyfontenelle ignorar que o @cinemaemcena tem 14 anos e é um dos portais mais acessados do Brasil ou se é o fato de me chamar de ‘cearense’ acreditando que isso iria me ofender. @ladyfontenelle, sou mineiro, mas teria imensa HONRA em ser cearense - como são alguns de meus amigos mais queridos”, escreveu o jornalista.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

MACACOS FALANTES? CIENTISTAS TEMEM QUE PESQUISAS MÉDICAS POSSIBILITEM ISSO

 A Academia de Ciências Médicas da Grã-Bretanha está pedindo ao governo que estipule regras mais estritas paras as pesquisas médicas envolvendo animais. O grupo teme que experimentos envolvendo transplante de células acabem criando anomalias, como macacos com a capacidade de pensar e falar como os humanos.

O alerta ressalta o debate da questão dos limites da pesquisa científica. Um dos autores do relatório, o professor Christopher Shaw, do King's College de Londres, diz que tais estudos "são extraordinariamente importantes".

A academia ressalta ainda que não é contrária a experimentos que envolvam, por exemplo, o implante de células e tecidos humanos em animais.

Estudos atuais, por exemplo, transplantam células cancerígenas em ratos a fim de testar novas drogas contra o avanço da doença.

A academia defende, no entanto, que com o avanço das técnicas estão surgindo novos temas que precisam ser urgentemente regulados.

Avanço
Os avanços científicos atuais já permitem a criação de ratos com lesões similares às causadas por um derrame cerebral, para que sejam depois injetadas células tronco humanas, a fim de corrigir os danos.

Outro estudo com implante de um cromossomo humano no genoma de ratos com síndrome de Down também foi essencial para a compreensão da doença.

Apesar de a maioria dos experimentos ser feita com ratos, os cientistas estão particularmente preocupados com os testes em macacos.

Na Grã-Bretanha são proibidas as investigações com macacos de grande porte como gorilas, chimpanzés e orangotango. Em outros países, como os Estados Unidos, são liberadas.

"O que tememos é que se comece a introduzir um grande número de células cerebrais humanas no cérebro de primatas e que isso, de repente, faça com os que os primatas adquiram algumas das capacidades que se consideram exclusivamente humanas, como a linguagem", diz o professor Thomas Baldwin, outro membro da academia.

"Estas são possibilidades muito exploradas na ficção, mas precisamos começar a pensar nelas", diz.

Áreas "delicadas"
O relatório indica três áreas particulamente "delicadas" na pesquisa com animais: a cognitiva, a de reprodução e a criação de características visuais que se percebam como humanas.

"Uma questão fundamental é se o fato de povoar o cérebro de um animal com células humanas pode resultar em um animal com capacidade cognitiva humana, a consciência, por exemplo", diz o relatório.

O professor Martin Bobrow, principal autor do relatório, sugere o que chama de "prova do grande símio": se um macaco que recebeu material genético humano começa a adquirir capacidades similares a de um chimpanzé, é hora de frear os experimentos.

Na área de reprodução, recomenda-se que embriões animais produzidos a partir de óvulos ou esperma humano não se desenvolvam além de um período de 14 dias.

O campo mais polêmico é o de animais com características "singularmente humanas", os experimentos que o relatório chama de "tipo Frankestein, com animais humanizados".

Segundo o relatório, "criar características como a linguagem ou a aparência humana nos animais, como forma facial ou a textura da pele, levanta questões éticas muito fortes".

"NÃO SOU O TIPO DE ATRIZ DE IMPOR RESTRIÇÕES", AFIRMA GUILHERMINA GUINLE



 Guilhermina Guinle é uma camaleoa. A atriz, de 36 anos, não tem problemas em mudar o visual para interpretar algum papel na TV. Ela já foi loira, morena, com cabelos compridos, encaracolados, lisos. 

Atualmente no ar como a sensual Beatriz, da série “O Astro”, Guilhermina voltou a ter as madeixas longas depois de dez anos usando o cabelo curto. “Ainda estou me acostumando com o megahair. Amo cabelo curto. É mais rápido e prático. Mas para a Beatriz tem tudo a ver. Minhas roupas são muito decotadas. Esse cabelo parece que fechou o figurino, dá uma moldura para ele, para tudo”, justificou a atriz, em entrevista exclusiva ao UOL.

Guilhermina contou que também não se incomoda em protagonizar cenas picantes, como a que protagonizou no segundo capítulo da série, quando Beatriz transou com Samir Hayalla (Marco Ricca) e ela ficou com os seios de fora. “Na vida real é uma coisa, mas profissionalmente lido com isso de uma forma tranquila. Não sou do tipo de atriz de impor restrições: ‘isso eu não faço’, ‘aquilo eu não faço’. Procuro entender o contexto da cena e a importância disso para a personagem”, explicou.

A atriz – que recentemente se separou do ator Murilo Benício, com quem estava há cinco anos –, disse não ter se impressionado com os comentários na internet sobre seu corpo no dia seguinte à exibição da cena de sexo. “Quando interpretei a Maggie na minissérie ‘JK’, já tinha feito cenas picantes, em que a personagem tirava a blusa. Mas na época não tinha essa coisa de internet, Twitter”, lembrou. Questionada se posaria nua caso fosse convidada por uma revista masculina, Guilhermina foi incisiva. “Já me convidaram antes de ‘O Astro’ [risos], mas é uma coisa que não me interessa. Porque a pessoa faz por dinheiro ou por vaidade. Não tem outra razão”, argumentou ela, fazendo questão de frisar que não tem nada contra quem faz esse tipo de ensaio. “Até compro essas revistas. Estou louca para ver o novo ensaio da Adriane Galisteu [risos]. Só não gostaria de me ver numa revista dessas”, afirmou. Leia a entrevista completa com Guilhermina a seguir:
UOL – Você recebeu o convite para “O Astro” quando ainda estava em “Ti Ti Ti”. O que te fez emendar um trabalho no outro?
 
Guilhermina Guinle – Na realidade, foi um pouco depois do final de “Ti Ti Ti”, em março. Menos de um mês depois de acabar a novela já estava fazendo leitura para “O Astro”. Mas não tenho o menor problema em emendar trabalhos. O que mais gosto de fazer é trabalhar. Ainda mais quando vi o que era “O Astro”, um projeto com o Talma [Roberto Talma, diretor de núcleo da série]. A gente tem uma relação de carinho. Fiz minha primeira protagonista, na novela “O Direito de Nascer”, no SBT, com ele. Então quando ele me convisou, respondi: ‘quero muito fazer sim’. Fiquei empolgada com o horário diferente, o cabelo diferente, a roupa diferente [risos]. Realmente quis fazer.

UOL – A Beatriz é consultora jurídica do grupo Hayalla. Como foi o processo de preparação para a personagem? Você já tinha relação com o meio jurídico?
 
Guilhermina Guinle – Tivemos um trabalho intenso de leitura da sinopse, li todos os personagens para entender cada um deles, me colocar em cada situação. Fizemos muitas leituras de núcleos, discutimos, debatemos, tiramos dúvidas com o Maurinho [Mauro Mendonça Filho, diretor]. Fui descobrindo a Beatriz por dentro, o que passa pela cabeça dela, como ela enxerga a vida. Porque a partir daí você começa a ter uma ideia para construir a personagem. Essas leituras foram muito legais. E na medida em que vou recebendo os capítulos vou descobrindo como ela é.
UOL – E como você definiria a Beatriz?
 
Guilhermina Guinle – Ela é uma mulher de 30 anos, tem a vida dela, se tornou assessora jurídica pelo próprio esforço, é uma mulher independente, livre. Outro dia recebi uma cena dela com a Amanda [Carolina Ferraz] e comecei a questionar a índole dela. Mas depois vi que ela tem caráter, é uma mulher moderna, tem o dinheiro dela, é livre nesse sentido.
UOL – E em relação aos homens?
 
Guilhermina Guinle – Ela tem uma cabeça mais racional, mais masculina. Ela lida com isso com mais racionalidade. Ela não é como a Amanda, que leva as relações para o lado do romance. Ela não se envolve emocionalmente.
UOL – Você e o Marco Ricca protagonizaram uma cena de sexo picante no segundo capítulo de “O Astro”? Como você lida com essa questão de aparecer nua na TV?
 
Guilhermina Guinle – Acho que sempre é uma questão de postura em relação a isso e como isso é tratado profissionalmente. Na vida real é uma coisa, mas profissionalmente lido com isso de uma forma tranquila.  Não sou do tipo de atriz de impor restrições: ‘isso eu não faço’, ‘aquilo eu não faço’. Procuro entender o contexto da cena e a importância disso para a personagem. O Maurinho [Mauro Mendonça Filho, diretor] me tratou com tanta delicadeza e maturidade, quis saber como eu estava me sentindo antes de gravar, conversou com o Marco, chamou os dois no camarim, antes de gravar. Tudo foi tratado com muita seriedade. Ele tirou todo mundo do estúdio. Colocou um pano preto para ficar uma salinha reservada. Teve vários cuidados. Porque é uma coisa que mexe. Não é entrar, beijar, tirar a roupa e acabou. Saber que 98 milhões de pessoas vão te assistir depois também mexe. Mas se é bacana para o personagem eu me sinto tranquila. Foco no meu lado profissional. Não sou eu, Guilhermina, me expondo.

UOL – Você se impressionou com os comentários do público no Twitter no dia seguinte após a exibição dessa cena?
 
Guilhermina Guinle – Já tinha feito cenas assim na minissérie “JK”, quando fiz a Maggie. Ela foi um dos primeiros personagens que tive com esse olhar mais sensual. Fiz cenas em que eu tirava a blusa. Porque ela era uma menina que vinha de Paris, que era super moderna, fumava, era sexualmente livre. Mas na época não tinha essa coisa de internet, Twitter.
UOL – Mas como você reagiu ao ler tantos elogios à cena, ao seu corpo?
 
Guilhermina Guinle – Não pensei muito na repercussão dessa cena. Penso no geral: ‘que bom que estou num trabalho que queria estar’. Acabei de fazer uma novela que era um sucesso. Mas “O Astro” está atiçando o público. Muita gente me fala que voltou a sentir vontade de assistir novela. É legal ver que as pessoas estão gostando e os colegas de elenco também. Outro dia a Regina Duarte falou para mim: ‘poxa, você estava tão bem naquela cena em que brigava com o Marco Ricca!’. Os colegas, atores e câmeras, estarem gostando do seu trabalho é um termômetro. Essa profissão é uma loucura, é um grande exercício a cada dia tentar fazer uma cena. Tem dia que você está triste, em outros está feliz, ou com cólica e tem que fazer. É um grande exercício mesmo. Mas é muito legal [risos].

UOL – Você tem uma tatuagem na costela, que apareceu na cena de sexo. Ela foi muito comentada pelo público. O que significa?
 
Guilhermina Guinle – É uma tatuagem que fiz há alguns anos no Camboja. É uma frase que adoro em inglês "For those who love, time is eternity", que significa: para os que amam, o tempo é a eternidade. Nem gosto muito de tatuagem, acho feio quando vejo uma mulher toda tatuada. Mas quando viajo, sempre faço. A primeira tatuagem que fiz foi quando tinha 24 anos, na Nova Zelândia. Tatuei um coração, pequenininho também. Nem dá para ver quando coloco vestidos decotados.
UOL – Se você fosse convidada para posar nua, aceitaria?
 
Guilhermina Guinle – Já me convidaram antes de “O Astro” [risos], mas é uma coisa que não me interessa. Porque a pessoa faz por dinheiro ou por vaidade. Não tem outra razão. Acho bonito aqueles ensaios como a Gisele Bündchen fez em que aparece nua, tapando o peito. É um outro contexto, outra proposta. Não tem nada a ver com revista masculina, estar pelada. Mas não tenho nada contra quem faz. Até compro essas revistas. Estou louca para ver o novo ensaio da Adriane Galisteu [risos]. Só não gostaria de me ver numa revista dessas.

 Retirado do UOL ENTREVISTA

domingo, 24 de julho de 2011

EMY WINEHOUSE 2: "SUA MORTE ERA APENAS UMA QUESTÃO DE TEMPO", DIZ MÃE DA CANTORA

 
 
 A mãe de Amy Winehouse, Janis (FOTO ACIMA), disse que a morte de sua filha era apenas uma questão de tempo após encontrar com a cantora 24 horas antes de sua morte, no sábado (23) aos 27 anos. "Ela parecia fora de si. Mas sua morte repentina ainda não me bateu", disse Janis Winehouse ao jornal "The Daily Mirror". 
 
Neste domingo (24), a família de Amy Winehouse divulgou comunicado lamentando a morte da cantora. "Ela deixa uma lacuna em nossas vidas", diz a nota, ressaltando que ela era "uma filha maravilhosa, irmã, sobrinha". "Estamos reunidos para lembrar dela e gostaríamos de ter privacidade e espaço neste momento terrível".
 
Enquanto a polícia investiga a morte de Amy Winehouse, que ainda é tratada como "inexplicável", a imprensa britânica insiste na hipótese de overdose devido aos problemas da cantora com drogas e bebidas. Um vizinho de Amy Winehouse, que pediu manter o anonimato, declarou à imprensa que, na sexta-feira (22), acordou assustado porque ouvia gritos vindos da casa de Amy. 

"Ouvi ruídos enormes, como se alguém estivesse sentindo dores. Brinquei com meu filho dizendo a ele que talvez ela estivesse usando drogas", afirmou o vizinho, segundo a agência de notícias EFE. Fontes da indústria fonográfica disseram ao jornal britânico "The Sunday Times" que Amy teria bebido muito nos últimos dias.

A Polícia Metropolitana de Londres informou que a autópsia do corpo da cantora será feita na segunda-feira (25). Segundo noticiou a imprensa britânica, o funeral deve ser realizado na terça-feira (26), quando a perícia for concluída.
 
 Retirado do UOL MÚSICA